Conheça a Funasa
Plano Estratégico
Estrutura
Competências
Regimento Interno
Estatuto
Prestação de Contas
Programas e projetos institucionais
Endereços
Saneamento
Saneamento para promoção da saúde
Programa de Aceleração do Crescimento (PAC)
Programa de cooperação técnica
Programa de desenvolvimento
Saneamento em áreas especiais
Seminário Internacional
Rede de Frio
Saúde Indígena
Ações e Atividades do Desai
Diretrizes Estratégicas
Distritos Especiais
Programas e Ações de Saúde
Programas Especiais - Projeto Vigisus II
Subcomponente I Fortalecimento Institucional
Subcomponente II
Medicina Tradicional Indígena
Saúde Mental
Vigilância Alimentar e Nutriciona
Sistema de Informação da Atenção à Saúde Indígena - Siasi
Demografia dos Povos Indígenas
Operacionalização do Siasi
Controle Social
Legislação Específica
Legislação Desai
Notas Técnicas
Projeto Vigisus II
Vigisus
Histórico do Projeto
Estrutura Organizacional
Interlocutores
Área Técnica
Subcomponente I Fortalecimento Institucional
Subcomponente II
Medicina Tradicional Indígena
Saúde Mental
Vigilância Alimentar e Nutricional
Subcomponente III Iniciativas Comunitárias
Subcomponente IV Quilombolas
Monitoramento
Modelos SSI
Contato
Legislação
Instruções Normativas
Funasa
Outros Órgãos
Portarias
Funasa
Ministeriais
Decretos
Medidas Provisórias
Leis
Resoluções
Comissão de Ética
Sobre a Comissão
Legislação
Perguntas e Respostas
Links de Interesse
Fale Conosco
Licitações
Convênios
Educação em Saúde e Mobilização Social
Critérios e Procedimentos para Aplicações de Recursos Financeiros
Engenharia de Saúde Pública
Saúde Indígena
Projetos Especiais
Como Solicitar
Documentos Exigidos
Protocolo do Projeto
Procedimento de Habilitação
Percentual de Contrapartida
Orientações Técnicas de Saneamento
Placas de Obras
Legislação
Convênios celebrados e liberados (1999-2003)
Prestação de Contas
Editais
Chamamento
Catadores
Saúde Indígena
Convocação
Contratação
Publicações
100 Anos de Saúde Pública
Engenharia de Saúde Pública
Saúde Indígena
Educação em Saúde
Gestão Administrativa
Boletins Informativos
Funasa em Revista
Estudos e Pesquisas
Museu da Funasa
Endereço
Antecedentes Históricos
Sucam
Fsesp
Snabs e Snpes
Funasa hoje
Galeria de Presidentes
Cronologia Histórica de Saúde Pública
Peça do Mês
Galeria Virtual
Você está em: Página Inicial » Projeto Vigisus II »
Monitoramento
Coordenação de Planejamento, Monitoramento e Avaliação
O Projeto Vigisus II, Modernização do Sistema Nacional de Vigilância em Saúde, em seu Componente B, Saúde Indígena, tem por objetivo dinamizar e apoiar a assistência sanitária aos povos indígenas, assim como desenvolver a capacidade de organização, gestão, atenção e administração do Subsistema de Saúde. Para a consecução deste objetivo, a Funasa/ Vigisus II propõe um processo de fortalecimento institucional que aborda aspectos macro-institucionais da esfera central e de gestão das Coordenações Regionais (COREs), assim como um processo de fortalecimento dos Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIs).
A proposta de atuação do Projeto apresenta aspectos relevantes relacionados às práticas tradicionais indígenas de saúde, o apoio ao estudo e propostas de intervenção nas áreas de segurança alimentar e alcoolismo e o apoio técnico e financeiro às iniciativas comunitárias e ações de saneamento ambiental e acesso à água em comunidades remanescentes de quilombos. Enfim, as atividades do Projeto se propõem a fortalecer as políticas que contemplam realidades étnicas e culturais fragilizadas.
O alcance destes objetivos demanda a interação entre a informação com a comunicação social e dados cada vez mais fidedignos em prol da melhoria da qualidade de vida das populações indígenas. Estas informações devem ser retro-alimentadas e difundidas de forma que os profissionais de saúde indígena possam apropriar-se delas e participar do processo de qualificação dos dados. Assumir esta atitude é não tomar as atividades de produção de informações como mera rotina burocrática, mas sim gerar o dado e perceber o sentido de seu registro.
Se existe um retorno das informações, como forma de divulgação ampla de indicadores derivados destes dados, porque houve entendimento da importância de seu registro, é razoável esperar um maior comprometimento dos gestores de saúde indígena na coleta, digitação, processamento, interpretação e retro-alimentação das informações. Todo este processo, certamente, facilitará a crítica das variáveis dos indicadores da saúde indígena, minimizando as inconsistências nas bases de dados.
A crítica também constrói e é preciso ter coragem para mostrar o cenário que os dados possam apresentar. As respostas às análises das informações nem sempre são do agrado dos decisores de política.
Dar importância à informação e à sua difusão é contribuir para o controle social, pela transparência dos dados. Ter coragem de dar uma resposta aproximada para uma pergunta correta - "como está a saúde indígena no Brasil", é a proposta da nossa gestão. Este documento pode estar contribuindo para essa resposta.
Hermézio Serrano Filho
Coordenador Geral
Mary Dayze Kinzo
Coordenadora de Planejamento, Monitoramento e Avaliação
© 2008, Fundação Nacional de Saúde. Todos os direitos reservados