
Sinete (em madeira semelhante a uma placa) de autoria de Dom Basílio Penido, monge beneditino e médico. Foi composto em 1960 quando da transformação do Serviço Especial de Saúde Pública (Sesp) em Fundação. A legenda – Salubritas Ubique Curanda – segundo o próprio autor, pode ser traduzida como – “Seja a saúde promovida por toda parte”. A mensagem traduz fielmente o objetivo que a instituição sempre teve durante seus 49 anos de vida, desenvolvendo um trabalho sério, sistemático, infatigável e perseverante para melhorar o estado de saúde das pessoas das nossas comunidades rurais.

Medalha (acima à direita) concedida pela participação da Superintedência de Campanhas de Saúde Pública (Sucam) na campanha contra a xistossomose (também conhecida como esquistossomose ou barriga-d’água).
Medalha de Mérito Oswaldo Cruz, categoria Ouro, (abaixo à esquerda) concedida à Sucam pelo Instituto Oswaldo Cruz/Ministério da Saúde por Decreto de 22 de julho de 1974, de acordo com o disposto no Decreto n° 66.988 de 31 de julho de 1970.

Esta hélice de madeira foi feita a canivete para permitir o retorno da Turma Fluvial nº 4.042 da Sucam, composta por três servidores, chefiada por Getúlio Ferreira de Souza. Em 1976, o bote de madeira tinha sido avariado em rio encachoeirado da região do Alto Tapajós, na bacia amazônica.

Instrumento óptico da década de 40, destinado a medir com precisão ângulos horizontais e ângulos verticais e, alguns casos, medir distâncias por processo indireto.
Equipamento usado por topógrafos em levantamentos planialtimétricos e locação de obras de engenharia.
Utilizado durante todo o período de execução de obras de drenagem e no assentamento de redes de esgoto sanitário.
Os equipamentos atuais são eletrônicos, dispensam as anotações nas antigas cadernetas de campo, remetendo os dados obtidos no local diretamente para arquivos eletrônicos a serem utilizados em softwares específicos, agilizando a elaboração de projetos de engenharia.

Modelo datado de 1913, de origem suíça, utilizada na Fundação Serviço de Saúde Pública – FSESP, para realização de cálculos.

Máscara
Equipamento de proteção individual usado pelo guarda no trabalho de aplicação de cianogás na campanha contra a peste.
Capacete de segurança e Uniforme
Usados pelo guarda do Serviço Nacional de Peste (SNP).

(larvitrampas)
Usada para captura de Aedes aegypti e Aedes albopictus
“As larvitrampas são depósitos geralmente feitos de barro ou de pneus usados, dispostos em locais considerados porta de entrada do vetor adulto, tais como portos fluviais ou marítimos, aeroportos, terminais rodoviários, ferroviárias e terminais de carga, etc. Não devem ser instalados em locais onde existam outras opções para a desova do Aedes aegypi, como é o caso dos pontos estratégicos.
As larvitrampas devem ser instaladas a uma altura aproximada de 80 cm do solo em sítios preferenciais para o vetor na fase adulta. A finalidade básica é a detecção precoce de infestações importadas.
Cuidado especial deve ser tomado para que a água das larvitrampas ocupe apenas 2/3 da capacidade da mesma, de modo a deixar uma superfície interna da parede disponível para a desova. Durante a inspeção, que é rigorosamente semanal, deve ser priorizada inicialmente a captura de mosquitos adultos. Em seguida, faz-se a busca de ovos, larvas, pupas e exúvias em número máximo de dez.
Cada armadilha deve conter sigla de identificação do órgão responsável pela inspeção, escrita em letra branca na face externa do depósito, seguida do número de controle. A ficha de visita deverá ser colocada em pequena tabuleta presa no depósito ou próximo a ele.
O responsável pela inspeção deve dispor de listagem contendo todas as armadilhas instaladas e de croquis da área com a indicação dos locais onde elas se encontram.
Sob nenhum pretexto deve ser ampliado ou interrompido o período semanal de visita às armadilhas, pois, nesse caso, qualquer armadilha abandonada ou visitada irregularmente passa a ser um excelente criadouro. Em caso de impedimento para a inspeção, elas devem ser recolhidas.
Qualquer armadilha que resulte positiva para Aedes aegypti deve ser escovada e flambada para que possa ser reutilizada, ou eliminada, sendo então substituída por outra”.
Fonte: BRASIL. Fundação Nacional de Saúde. Dengue instruções para pessoal de combate ao vetor: manual de normas técnicas.3. ed. rev. ampl. Brasília (DF): Funasa, 2001. p.50-51

Insígnia ou emblema usado no quepe do Guarda do Serviço Nacional de Peste – SNP.

Expedida em Recife em 1943 pelo Serviço Nacional de Peste (SNP).

Modelo datado de 1.917, de origem alemã, utilizada pelo serviço nacional de peste, – snp, para realização de cálculos estatísticos.

Modelo datado da década de 40, de origem inglês, National Time Recorder. Usado para controle interno de funcionários da Fundação Serviço de Saúde Pública – FSESP.

Equipamento de projeção, dotado de lente convergente que amplia objetos. Usado em treinamento de entomologia na década de 70.

Microscópio monocular, bacteriológico, modelo usado por oswaldo cruz e carlos chagas no período de 1902 a 1934, em diversas campanhas de saúde pública, no diagnóstico de doenças como malária, febre amarela e doença de chagas. Sua figura está estampada na nota de cr$50 (cinquenta cruzados) lançada pelo banco central do brasil.

Móveis encomendados, na década de 40, para o gabinete do diretor do serviço de febre amarela no Rio de Janeiro. Transferidos para brasília em 1974 e usados no gabinete do superintendente da Sucam (Superintendência de Campanhas de Saúde P ública) até 1981.

Modelo datado de 1938, marca Esacta, utilizada no Serviço Nacional de Malária – SNM.